O dia ideal de montar a árvore de Natal, segundo a tradição, é no quarto domingo antes do Natal, neste ano de 2016 cai no dia 27 de novembro. E o dia de desmontar e guardar tudo é no dia de Reis, 6 de janeiro.
sábado, 12 de novembro de 2016
Qual o dia de montar a árvore de Natal?
O dia ideal de montar a árvore de Natal, segundo a tradição, é no quarto domingo antes do Natal, neste ano de 2016 cai no dia 27 de novembro. E o dia de desmontar e guardar tudo é no dia de Reis, 6 de janeiro.
Mormo
O mormo ou catarro de burro é uma doença causada por bactéria e ataca todos os eqüídeos (cavalos, jumentos e burros). Segundo o Escritório Internacional de Epizootias, esta enfermidade também ataca o homem e 95% dos casos levam a morte.
Não há cura e nem vacina para esta doença.
Existem três formas da doença e, normalmente, os burros e jumentos são acometidos por sua forma aguda, aparecem rapidamente os sintomas, enquanto os cavalos, pela forma crônica, que demora a demonstrar à doença.
Os portadores ocultos são os grandes reservatórios da doença nas criações de eqüídeos.
- Forma aguda respiratória: febre alta, tosse e descarga nasal com feridas nas narinas, podendo ocorrer feridas e caroços nos membros e abdômen;
- Forma crônica respiratória: mais comum nos cavalos, podendo causar uma pneumonia crônica acompanhada de feridas na pele dos membros e na parte interna do nariz;
- Forma cutânea: os caroços e feridas aparecem mais na região interna dos membros e pode aparecer pus no local. A cadeia gangliomar pode estar aumentada e sensível.
Transmissão
- Por meio de esporas, freios, professoras e outros arreios com pus que sai das feridas e das narinas do animal doente;
- Ingestão de água e alimentos contaminados com catarro de animais doentes.
Prejuízos
- Baixo rendimento para o trabalho;
- Impedimentos da circulação, dentro e fora do Estado e da participação em vaquejadas, feiras e exposições;
- Morte dos animais.
Lembre-se
- Antes de comprar um cavalo consulte um médico veterinário e só feche o negócio após a realização do exame e se o resultado for negativo;
- Não há cura para esta doença. E os animais portadores ou que apresentem a forma “oculta” devem ser eliminados;
- Por esta doença acometer eqüídeos e seres humanos, ela deve ser combatida com a eliminação dos animais doentes;
- Os cães e gatos podem adoecer caso alimente-se com carne contaminada.
Diagnóstico do mormo
O diagnóstico clínico não é conclusivo, pois existem outras doenças semelhantes, como o garrotilho e as linfagites. Os exames para diagnóstico são as provas de maleina e de fixação de complemento.
Fonte: Cartilha ADAGRO.
- Forma aguda respiratória: febre alta, tosse e descarga nasal com feridas nas narinas, podendo ocorrer feridas e caroços nos membros e abdômen;
- Forma crônica respiratória: mais comum nos cavalos, podendo causar uma pneumonia crônica acompanhada de feridas na pele dos membros e na parte interna do nariz;
- Forma cutânea: os caroços e feridas aparecem mais na região interna dos membros e pode aparecer pus no local. A cadeia gangliomar pode estar aumentada e sensível.
- Por meio de esporas, freios, professoras e outros arreios com pus que sai das feridas e das narinas do animal doente;
- Ingestão de água e alimentos contaminados com catarro de animais doentes.
- Baixo rendimento para o trabalho;
- Impedimentos da circulação, dentro e fora do Estado e da participação em vaquejadas, feiras e exposições;
- Morte dos animais.
- Antes de comprar um cavalo consulte um médico veterinário e só feche o negócio após a realização do exame e se o resultado for negativo;
- Não há cura para esta doença. E os animais portadores ou que apresentem a forma “oculta” devem ser eliminados;
- Por esta doença acometer eqüídeos e seres humanos, ela deve ser combatida com a eliminação dos animais doentes;
- Os cães e gatos podem adoecer caso alimente-se com carne contaminada.
Fonte: Cartilha ADAGRO.
Febre Aftosa
A
febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta bovinos,
bubalinos, caprinos, ovinos, suínos e outros animais que possuem cascos
fendidos. Apesar da alta sensibilidade ao calor e à luz, os vírus da aftosa são
transmitidos com muita facilidade pelo ar, pela água e alimentos. É altamente
transmissível por animais doentes e pelas secreções e excreções como saliva,
urina, fezes, leite, etc...
A
gravidade e preocupação em torno da febre não existe por causa das mortes que
ocasiona, mas pelos elevados prejuízos econômicos, já que a disseminação ocorre
de forma muito rápida e o local onde a doença é detectada é interditado,
dificultando a produção de gado e a venda de carne.
Sintomas: São apresentadas aftas na boca e na
gengiva, feridas nas patas e nas mamas. O animal apresenta febre alta que
diminui após dois a três dias, perda de peso, dificuldade para pastar e
produzir leite.
Contaminação: O aftovírus é transmitido pelo
leite, carne e saliva do animal doente, mas também é transmissível pela água,
ar, objetos e ambientes contaminados. As pessoas contaminadas (40 casos até
agora) apresentaram febre leve, calafrios e bolhas nas mãos e na boca, sem
risco de morte.
Atenção:
- A Adagro dispõe do Disk Aftosa 0800 653015,
para mais informações sobre a doença. Para combater a Aftosa, o órgão
realiza anualmente, em abril e outubro, vacinação contra a doença.
- As vacinas devem ser conservadas na
temperatura entre dois e 6 graus centígrados, em geladeiras domésticas ou
em caixas térmicas com gelo;
- É muito importante a conservação, pois tanto o
congelamento quanto o calor inutilizam a eficiência da vacina;
- O transporte das vacinas do revendedor até a
propriedade deve ser sempre feito em caixas térmicas com gelo;
- A dose a ser aplicada em cada animal deve ser
aquela indicada no rótulo da vacina. Uma dosagem menor do que a indicada
pelo fabricante não vai oferecer aos animais a proteção desejada;
- Não devem ser utilizadas agulhas muito grossa,
pois a vacina pode escorrer pelo orifício deixado no couro do animal pela
agulha e em conseqüência, diminuir a quantidade de vacina aplicada;
- A vacina deve ser aplicada embaixo da pele;
- Os animais sadios deverão ser sempre
vacinados, pois os doentes ou mal-alimentados, não respondem bem à
vacinação e, nesses casos, é conveniente procurar orientação com o Médico
Veterinário.
- Os efeitos da vacina somente aparecem depois
de 14 a 21 dias de sua aplicação. Se os animais apresentarem a doença
antes desse prazo, é sinal que já estavam com a doença quando foram
vacinados, mas ainda não tinham manifestado seus sintomas.
- Os meses de vacinação em Pernambuco são abril
e outubro.
Fonte: Cartilha ADAGRO.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
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